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terça-feira, 24 de julho de 2012

Beleza Relativa




Dizem que beleza é relativo e eu fecho com essa ideia. Atitudes, gestos, charme... há tantos detalhes que fazem soltar os olhos além da beleza física, propriamente dita...
Mesmo assim, há algo que me encanta nesse mundo de pessoas tão belas: a humildade em aceitar que estar dentro de um padrão físico não é sinônimo de soberania. Sou fascinada por pessoas que mesmo tendo uma beleza acima da média, consegue ser natural e humilde. Pessoas que chamam a atenção a partir do momento que adentram pela porta e mesmo assim, sorri com simpatia para os outros, meros mortais.
Mulheres que não olham acima dos ombros fazendo pose de rainha para aqueles que nem sempre estão dispostos a se transformar em súditos. Homens que não agem como se fossem bons demais para respirar o mesmo ar que aqueles que carregam uma beleza comum.
Não, não falo em não se ter noção da própria beleza ou ignora-la por completo como se ela não fosse relevante nessa sociedade focada em aparências. Gosto mesmo é de quem sabe que mesmo sendo um deus(a) grego(a) na terra não deixa de dar um bom dia cativante, um obrigado com verdadeira gratidão, um sorriso ao receber um elogio e se permitem conhecer pessoas normais, de beleza comum e não por isso menos apaixonante. Coisas assim deixam as pessoas mais bela, porque como eu ia dizendo, beleza é algo muito relativo.

terça-feira, 17 de julho de 2012

E se?



Estou viva. Meu coração ainda está vivo, embora ainda mantenha cadeados na porta.
Talvez eu tenha mesmo motivos para alimentar minhas incertezas, mas talvez eu esteja perdendo um pouco da graça de tudo, saboreando de longe em companhia da insegurança. 
A verdade é que eu não tenho o controle de nada em minhas mãos. Não sei exatamente o que se passa, não consigo mensurar nada e quanto mais eu busco respostas, mas me pergunto se entendi corretamente, por que, e se no final de tudo não for nada disso?
E se toda minha visão foi distorcida pela euforia guardada? E se tudo que me parece certo não seja apenas uma possibilidade, remota ou não. Pior, e se EU for apenas uma das possibilidades?
E se a boa educação superdimensiona tudo aqui dentro de mim? E se as respostas já foram dadas mas a cegueira da empolgação me vendou com véus cor-de-rosa, como os tules das bailarinas, romanceando o que é apenas comum?
Seja o momento que for, eu não em canso de me perguntar " e se.."
E me pergunto agora, bem nesse finzinho de texto, se tudo pode ser o que eu quero que seja. E se tudo por como eu quero? E se no fundo, eu sei as respostas e estou buscando incertezas por não ser capaz de acreditar no que é claro? 
E se...
E se?

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♥MáH♥
Alguém aprendendo a lidar com emoções, sentimentos...alguém aprendendo a viver.
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