topbella

sábado, 26 de julho de 2008

Roteiro do fim...

Meu post de hoje veio em minha mente na tarde de ontem, num insigth dentro de um ônibus. Do nada, reparei que sempre seguimos um pré-roteiro de fim, um roteirinho que ajuda a dizer adeus.

Primeiro, a frase que antecede os momentos tensos: "Preciso falar com você." Desde nova odiava essa frase, porque sabia que depois dela, receberia uma bronca da mãe, uma amiga ficaria "de mal" ou a professora reclamaria de algo. Mal sabia eu que, após a infância, ela se tornaria cada vez pior..


Passado a primeira frase, pode-se ouvir " Você é uma pessoa muito especial" e blá blá blá... o que de nada adianta, por que a essa altura, a pessoa que ouve não se acha nada especial e sabe muito bem que a situação não é nada boa...


Em seguida, fica-se sabendo que " O problema não é você, sou eu", o que pode ser subentendido como: " o problema é com você sim, que não se encaixa mais nos meus planos". falado isso, mais uma vez aparece um monte de blá blá blá para introduzir a o tal "dar um tempo na história".


Mais blá blá blá e a conversa segue, assim como pré -estabelece o roteiro: isso dói muito mais em mim, que em você" e fim. Em casos mais extremos, pode até ter choro por parte locutor (o que só piora a situação, anotem aí, além de dar esperanças, faz quem ouve se sentir mal, sei lá por que)


Dito isso... Fim!


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Ahh, entrega de selinhos... ^^ O ritual é o mesmo de sempre... repassar o selo para 3 blogs merecedores! Olha o selo e as indicações aí...







http://deferiasnesteplaneta.blogspot.com/

http://marinamelow.blogspot.com/

http://saobanza.blogspot.com/



E bjinhus a todos!




sábado, 19 de julho de 2008

Hakani: o direito pela vida!!!


Talvez este seja um post longo, até mesmo um pouco corrido, mas gostaria que o lessem de verdade, quero muito saber a opinião de vocês...

Estou perplexa. Acho que a palavras é esta. Também estou confusa, e como tenho certeza que este meu post vai ser um tanto quanto polêmico, já estou gostando da idéia. Vamos debater! rss

Estava assistindo a um documentário essa semana e fiquei assim, perplexa e confusa. O assunto? rituais indígenas.

Ok, eu sei que são culturas diferentes, e que o "homem branco" já mexeu demais com a cultura indígena e essas coisas todas, mas o que eu vi me assustou, mexeu comigo e me fez repensar nesse distanciamento que mantemos. Bem, vamos ao que interessa...

O documentário falava do infantícidio - termo usado para se referir ao assassinato de crianças indesejadas- praticado nas tribos indígenas de nosso país. Crianças nascidas com alguma deficiência, física ou mental, filhas de mãe solteiras ou frutos de incesto são sacrificadas para o "bem" da tribo, pois todas estas são "crianças sem alma".

O problema vai além, caso haja uma epidemia, ou algo parecido com os pequenos curumins, são todos sacrificados, pois tal epidemia é um sinal se uma "safra" de crianças sem alma. O sacrifício consiste em enterrar estas crianças vivas!

Assisti com meus olhinhos arregalados o enterro de duas crianças, vi a terra cobrinco seus corpos, ouvi o choro vindo debaixo da terra. Acho que nunca mais vou esquecer destas cenas. Como nunca mais vou esquecer também ta coragem da mãe que deixou a tribo para continuar com seu filho com paralisia cerebral em seus braços. E como nunca, jamais vou apagar da memória a coragem e a expressão de afeto de um jovem curumim que desenterrou com as mãos sua irmã que chorava muito em baixo da terra, enfrentando não só a tribo, mas a repulsa e o ódio dos índios mais velhos, já que aquela menina sem alma trazia espíritos malíguinos com ela, capazes de criarem uma forte tempestade.

Pelo que eu entendi, existe em Brasília um projeto de lei (Lei Mawaji) que tenta acabar com o infantícidio nessas tribos. Como não poderia deixar de ser, há uma grande polêmica em torno da lei no sentido desta ser ou não uma invasão e uma proibição da expressão cultural destas tribos. Aliás, segundo o deputado Francisco Praciano " a declaração dos direitos humanos não valem para índio." Pra mim, vale. Antes de índios, eles são humanos... ou não?
Ok... pode até ser uma invasão, mas eu acredito que acima de qualquer cultura, de qualquer lei na FUNAB, FUNAI ou sei lá o órgão, existe uma lei maior... a lei da vida. Independente da raça e etnia que essas crianças pertencem, elas não podem perder a vida só por apresentarem alguma deficiência, ou por qualquer outro motivo idiota que seja. Ao meu ver, preservar a existência dos índios brasileiros, implica diretamente em preservar a visa dos jovens curumins, para que estes levem adiante as tradições que valem a pena continuarem a existir.

Isso é o que eu acho, mas... não sei se estou certa de que acho o melhor, o mais correto. E também se não for, dane-se, por que até agora ninguém conseguiu mudar minha opinião, rss...

Bom, gostaria da opinião de vocês... é um assunto delicado e complicado, e seria muito legal debater sobre.

Ahhhhhhhhhh.... visitem o site... http://www.hakani.com.br/pt/default.asp lá tem o documentário e toda a história melhor explicada. ^^

Ps: Não ando querendo escrever poeminahs ou tentativas de poeminhas... deve ser uma fase, sei lá... rs

sábado, 12 de julho de 2008

Desabafo da pequena falante...


Entendo perfeitamente o velho ditado que diz" o peixe morre pela boca".

As vezes queria engolir as frases que vão saindo de minha boca, sem nem ao menos serem pensadas. Em amizades, eu penso, calculo, avalio a melhor forma de dizer as coisas, mas em se tratando de amor e afins, alheios ou meus... eu falo.

Quem vê até pensa que eu sou uma especialista, uma analista de relações amorosas muito experiente. ..até parece.

Bem, sei que esse post nada tem a ver com meu blog, mas estou atordoada com isso. Por que as pessoas acham de perguntar logo pra mim, que saio falando sem parar quando sou solicitada? O que me conforma, é que as vezes penso esse ser o motivo: a sinceridade. Sinceridade desmedida, muitas vezes.

Agora, aqui estou eu... chateada por ter uma vez falado ao meu melhor amigo que eu não levava fé no namoro dele. Falei, e ele dias destes me deu razão... e eu desmoronei. Poderia ter ficado quieta, e talvez a tristeza do término fosse menor, ou nem existisse quem sabe... Mais chateada ainda por lembrar que minha boca respondeu por mim coisas de ex para o atual (atual mais ou menos também... algo entre amigo e namorado... algo sem definição). Siiim, minha boca (não eu) respondeu ao atual o medo que tenho de encontrar o ex. Legal... sinceridade desmedida, que além de chatear o atual indefinido, chateia a mim mesma por lembrar que tenho medos e ex... e por lembrar que as vezes, eu falo demais!

sábado, 5 de julho de 2008

Sr do Bonfim


Uma fitinha de pano...

Letrinhas formando nome...

Pedidos, desejos e emoções depositados nela.

Coincidência ou não, um pedido já foi realizado...

Coincidencia ou não,

um outro pedido parece se materializar na minha frente,

ficando cada vez mais próximo do esperado, do desejado.

Tenho fé...

Tenho alma, tenho sentimentos ali...

Talvez por isso tudo se move...

Ou talvez não.

Talvez seja apenas meu Sr do Bonfim, me abençoando

e me conquistando como devota.

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♥MáH♥
Alguém aprendendo a lidar com emoções, sentimentos...alguém aprendendo a viver.
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