Sou a materialização da dor. Uma dor doída, sangrenta e ainda infundada para mim mesma.
A coesão pode existir, mas ainda não a enxerguei. Sinto apenas dor...a dor do amor que se quebrou, se desatou, se separou.
Que o tempo cicratiza eu sei, mas não quero esperar o tempo, não quero que cure. O tempo trapaceou quando trouxe à mim o certo na hora errada, quando as prioridades se distanciaram.
Existe mesmo intuição feminina, existe mesmo "ares que falam",mas eu não me preparei. Não acreditei que poderia estar certa...e a dor veio me visitar, me beijar, me calar.
Realmente é hora do adeus as rosas brancas, as goiabas...
Adeus as areias brancas e finas...
Adeus ao telefonema surpresa, aos emails milimétricamentes pensados e executados.
E o que mais dói, dar adeus à tantos planos, tantos sonhos...dar adeus a "girafinha" da minha casa, da divisão e complementação de uma vida..
É hora do adeus, mas ainda não consigo o fazer...em dias o farei. Firme. Certeira. O adeus será tão verdadeiro como a dor de agora.
Mas ele virá...

domingo, 7 de outubro de 2007
domingo, 30 de setembro de 2007
Aniversários

Hoje é dia de comemorações... Lembremos então lindos momentos vividos...
Passos dados, caminhos percorridos
êxtase do prazer jamais experimentado..
A lágrima tão sofrida reluzentes nos olhos
Ah!!! Os laços atados...os amigos que se perderam
e outros que se mantiveram com você.
Os amores vividos com grande intensidade...
O amor tão intenso de agora com sabor de eternidade...
Os anos passaram, e estes não voltarão jamais.
Guardados no corpo ficaram as marcas das travessuras e das mutações
Guardados na alma ficaram as lições, as escolhas
a formação quanto ser humano.
Resta hoje a tentativa do encontro com a mais fiel felicidade.
êxtase do prazer jamais experimentado..
A lágrima tão sofrida reluzentes nos olhos
Ah!!! Os laços atados...os amigos que se perderam
e outros que se mantiveram com você.
Os amores vividos com grande intensidade...
O amor tão intenso de agora com sabor de eternidade...
Os anos passaram, e estes não voltarão jamais.
Guardados no corpo ficaram as marcas das travessuras e das mutações
Guardados na alma ficaram as lições, as escolhas
a formação quanto ser humano.
Resta hoje a tentativa do encontro com a mais fiel felicidade.
Parabéns Igor, Parabéns Lucia... sucesso
quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Não posso escrever poemas. Não hoje, não agora.
Estou em fase de encontros...
Encontros nostálgicos com o passado, encontros confiantes com o futuro não tão planejado.
No final da música, acabo por encontrar-me comigo mesma. Com a adolescente fiel ao coração, mas que ficou pra trás.
Não que não o seja agora, mas o sou calada.
Atravesso um deserto repleto de miragens. Miragens que machucam, magoam e levam-me à realidade.
Atravesso um deserto como quem peregrina pra ser maior, pra crescer espiritualmente.
Faltam-me as rosas brancas, as goiabas saborosas...
Falta-me a areia fofa sob os pés.
Falta-me a alegria do início de um ciclo.
Aceito que tudo parece psicodélico no momento, mas são códigos nostálgicos que percorrem a peregrinação da alma. No deserto que percorro a tempestade é de suposições, de indagações quanto ao caminho escolhido um dia. Existem tantos espelhos, tantos diários... Existem inúmeros fragmentos de mim, que se torna impossível não me reconhecer em pedaços de papel, em pétalas de flores, em fogos de artifícios invisíveis, em caminhos de pedras...
Silenciemos agora qualquer fala, pois o silêncio faz parte do caminho a ser percorrido.
Deixemos que a alma sangre e se renove, tudo é apenas mais um início, uma purificação...Tudo faz parte de mais uma jornada.
Estou em fase de encontros...
Encontros nostálgicos com o passado, encontros confiantes com o futuro não tão planejado.
No final da música, acabo por encontrar-me comigo mesma. Com a adolescente fiel ao coração, mas que ficou pra trás.
Não que não o seja agora, mas o sou calada.
Atravesso um deserto repleto de miragens. Miragens que machucam, magoam e levam-me à realidade.
Atravesso um deserto como quem peregrina pra ser maior, pra crescer espiritualmente.
Faltam-me as rosas brancas, as goiabas saborosas...
Falta-me a areia fofa sob os pés.
Falta-me a alegria do início de um ciclo.
Aceito que tudo parece psicodélico no momento, mas são códigos nostálgicos que percorrem a peregrinação da alma. No deserto que percorro a tempestade é de suposições, de indagações quanto ao caminho escolhido um dia. Existem tantos espelhos, tantos diários... Existem inúmeros fragmentos de mim, que se torna impossível não me reconhecer em pedaços de papel, em pétalas de flores, em fogos de artifícios invisíveis, em caminhos de pedras...
Silenciemos agora qualquer fala, pois o silêncio faz parte do caminho a ser percorrido.
Deixemos que a alma sangre e se renove, tudo é apenas mais um início, uma purificação...Tudo faz parte de mais uma jornada.
sábado, 22 de setembro de 2007
Inspiração e caminhos

Ando sem inspiração...
talvez ela tenha fugido entre meus dedos
nos dias ensolarados que me seguem.
As palavras passeiam em minha mente
tornando qualquer fala inviável no momento.
Há um mundo lá fora, e aqui
tudo que sinto é o chão
junto ao meu pé...
Encontro-me estagnada
ouvindo sons externos pra não ter que ouvir a mim mesma...
Ando sem inspiração...
não sei bem o que escrevo
não sei bem onde vou...
Mas sei que há um caminho
então,
deixe-me como uma peregrina
pois ei de me achar...
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Sabe-se lá o porquê, vim a me apaixonar pela tentativa de poema abaixo...Tem tanto de mim ali, que não consigo ficar muito distante... Ainda sem título, ainda presente por aqui...

Os dias que passaram mudaram minha vida.
O pôr-do-sol não teve dourado,
as estrelas não foram cadentes,
os sorrisos não foram tão grandes.
Os êxtases que me tonteiam ficaram maiores
e a embriagues veio do frio.
Até tentei segurar nas mãos da esperança
numa tentativa absurda de impedi-lamas ela se foi...
Olhou nos meus olhos,
pareceu prometer voltar naquele silencio ensurdecedor que fazia...
Mas ela se foi.
Algumas belas palavras ficaram perdidas no ar
depois de serem pronunciadas.
Os abraços porém foram sentidos
sem nem ao menos fazerem menções de acontecerem.
“Aceite certas verdades inescapáveis”
Aceite.
Aceite.
A aceitação não veio...
A alma desvelou-se um pouco...
talvez até numa sensualidade por muito incompreendida.
O corpo apenas adormeceu...
apenas tonteou-se no êxtase que cresceu...
e embriagou-se no frio que fazia por esses últimos dias.
Os dias passaram...e estes não voltarão jamais.

Os dias que passaram mudaram minha vida.
O pôr-do-sol não teve dourado,
as estrelas não foram cadentes,
os sorrisos não foram tão grandes.
Os êxtases que me tonteiam ficaram maiores
e a embriagues veio do frio.
Até tentei segurar nas mãos da esperança
numa tentativa absurda de impedi-lamas ela se foi...
Olhou nos meus olhos,
pareceu prometer voltar naquele silencio ensurdecedor que fazia...
Mas ela se foi.
Algumas belas palavras ficaram perdidas no ar
depois de serem pronunciadas.
Os abraços porém foram sentidos
sem nem ao menos fazerem menções de acontecerem.
“Aceite certas verdades inescapáveis”
Aceite.
Aceite.
A aceitação não veio...
A alma desvelou-se um pouco...
talvez até numa sensualidade por muito incompreendida.
O corpo apenas adormeceu...
apenas tonteou-se no êxtase que cresceu...
e embriagou-se no frio que fazia por esses últimos dias.
Os dias passaram...e estes não voltarão jamais.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
A dama de vermelho e a espera

A situação chegou ao extremo...
Hoje o que me prende ao mundo
são previsões alheias, “achismos” baratos
sonhos secretos.
A dama com véu me prometeu a felicidade.
Viu em mim um futuro transparente e reluzente.
A dama com véu mesmo sem acompanhar a história
previu um final feliz.
Tornei-me refém do que é místico,
E é essa incerteza que me mantém tão viva.
Só faço esperar...
Espero por sinais ocultos no cotidiano
Espero por sonhos premonitório
Espero pela concretização das previsões...
Sou uma alma que perambula pelo deserto imaginário
Sou uma gota que espera pela chuva
O mar que espera o mais alto verão
só pra sentir um quente arrepio ao sol tocá-lo.
Espero ...
Espero...
Espero pela vida, espero pela vivência do amor.
Hoje o que me prende ao mundo
são previsões alheias, “achismos” baratos
sonhos secretos.
A dama com véu me prometeu a felicidade.
Viu em mim um futuro transparente e reluzente.
A dama com véu mesmo sem acompanhar a história
previu um final feliz.
Tornei-me refém do que é místico,
E é essa incerteza que me mantém tão viva.
Só faço esperar...
Espero por sinais ocultos no cotidiano
Espero por sonhos premonitório
Espero pela concretização das previsões...
Sou uma alma que perambula pelo deserto imaginário
Sou uma gota que espera pela chuva
O mar que espera o mais alto verão
só pra sentir um quente arrepio ao sol tocá-lo.
Espero ...
Espero...
Espero pela vida, espero pela vivência do amor.
domingo, 2 de setembro de 2007
Tempo...

O tempo passou...
O tempo passou e tudo que fez foi fortificar nossa união
Hoje temos saudades pra contar
Saudades de natais vermelhos e verdes
de festas e da praça ao sol...
Saudades....
Saudades da praia,
dos muros, dos planos.
O tempo passou e calou o ciúme,
A desconfiança, os disfarces...
Fez crescer a segurança,
A maturidade, a cumplicidade.
Hoje somos um.
O tempo passou...
Que bom que passamos esse tempo juntos!
O tempo passou e tudo que fez foi fortificar nossa união
Hoje temos saudades pra contar
Saudades de natais vermelhos e verdes
de festas e da praça ao sol...
Saudades....
Saudades da praia,
dos muros, dos planos.
O tempo passou e calou o ciúme,
A desconfiança, os disfarces...
Fez crescer a segurança,
A maturidade, a cumplicidade.
Hoje somos um.
O tempo passou...
Que bom que passamos esse tempo juntos!
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